Os poderosos podem matar uma, duas ou até três rosas, mas jamais poderão deter a PRIMAVERA... em Maio...de 1968... renovado em todos os Maios já vividos e nos vindouros
Interests
A UM MIUDO DE POUCOS MESES
Ouve, meu neto joseh: a primeira palavra que dirahs, precisa e bem, naum eh nem pai nem mae mas Paz.
Soh entaum principiarahs a ser alguem
JOSE GOMES FERREIRA
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ISTO É APENAS O PRINCIPIO, IREMOS ATÉ AO FIM ;
A BARRICADA FECHA A RUA MAS ABRE O CAMINHO ;
NÃO ME LIBERTEM, EU ENCARREGO-ME DISSO
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CONTRA-CANTO
Não poderei jamais dizer que sim. As ondas varrem as estruturas do meu tempo eu vi ruir o Templo com seus dogmas vi chegar as manhãs que já não cantam e a grande dúvida passar por sobre a Europa
José Renau dizia eu não me integro porque a guerra acabou ( dizia ) e a minha não sou um pintor espanhol e não me integro
Não poderei jamais dizer que sim.
Enquanto o marketing criava outras imagens só um pássaro cantava sobre o andaime ouvi o canto ocidental (era Novembro) e a defesa da Europa decadente
Não poderei jamais dizer que sim.
Este é tempo de táctica e razão fria o hoje é tudo o amanhã nada a conjuntura invade o coração eu vi ruir o gesto e a beleza e a pura acção partir-se entre dois gráficos
Não poderei jamais dizer que sim.
MANUEL ALEGRE
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DECRETO O ESTADO DA FELICIDADE PERMANENTE; TENHO ALGUMA COISA A DIZER MAS NÃO SEI O QUÊ;
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CANÇÃO DOS MEUS 30 ANOS
Ia fazer 30 anos e um amigo avisou-me:"Toma cuidado ! Aos 25 é a idade de começar a duvidar daquilo em que se acreditou aos 20; aos 30 é a idade de começar a trair..."
A lua estava ausente quando vim no tempo das gaivotas sem regresso comigo trouxe fome de alecrim não sou dono do sol nem tenho preço
Sou filho de uma terra triste e morna aonde a brisa é mansa e a vida dura tecido num tear de vinho e sorna traído numa febre de ternura.
Tremi junto às muralhas da cidade na côdea fui pardal a prestações morri mais de mil vezes de saudade em frente sempre em frente aos tropeções.
Cresci como um chavalo sem lugar corri os quatro pontos cardeais de lutas e conquistas fiz um mar na renda dos meus dedos animais.
Agora trago a raiva à bandoleira mastigo lentamente o calendário dou corda a uma andorinha feiticeira aqueço o coração incendiário.
Um dia desço à rua e subo ao céu e vou com as mãos beber à beira cais à noite baixo à terra e sou ateu e tudo me é de menos ou demais.
JOSÉ FANHA
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QUANDO A ASSEMBLEIA DA REPUBLICA SE TRANFORMA NO TEATRO BURGUÊS, OS TEATROS BURGUESES DEVEM TRANFORMAR-SE EM ASSEMBLEIAS DA REPUBLICA
COMENTÁRIO??? : ) EU DEIXAVA ERA VÁRIOS COMENTÁRIOS!!!!!!! : ) E DEPOIS SE ME PUSESSE A ARGUMENTÁ LOS... : ) EU QUERIA ERA TODAS AS SUBSTÂNCIAS LEGAIS POIS SE TEMOS "CABEÇA" PARA PROCESSAR A INFORMAÇÃO QUE NOS É DADA ACERCA DAS MESMAS, TAMBÉM TEREMOS A CAPACIDADE DE ESCOLHER O QUE QUEREMOS FAZER COM ELAS E DE QUE MODO PODEREMOS DISFRUTAR DE TODA E QUALQUER SUBSTÂNCIA!!!!!!! : ) VAMOS TORNAR SIMPLES O COMPLEXO!!!!!!! : ) SÓ NÃO QUERO É QUE ME OBRIGUEM A NADA MAS SIM QUE ME DEIXEM ESCOLHER!!!!!!! COMO EM TUDO NA VIDA!!! VIVA A LIBERDADE!!!!!!! PARA TODA A ETERNIDADE!!!!!!! CONFIANÇA!!!!!!! IRMÃOS!!!!!!! : )
ANGOLA: QUANDO A POLÍTICA SE VERGA PERANTE AS NEGOCIATAS! E de um momento para o outro, parece que Angola se tornou um paraíso democrático e o seu Presidente Eduardo dos Santos um exemplo de democrata! ... O que mudou? Somente aquilo que tem evidenciado que as diplomacias internacionais são um antro de hipocrisia descarada: o Estado angolano é hoje um forte investidor na economia portuguesa e Angola começa a ser uma espécie de escape para o desemprego em Portugal! As razões económicas sobrepõem-se às questões de direitos humanos e democráticos ... passa-se isto com os EUA relativamente à China e, no mesmo plano da globalização económica neo-liberal, também acontece entre Angola e Portugal. É espantoso como PS, PSD, CDS e PCP se juntam no coro de aplauso ao Presidente de Angola ... como é também incrível a posição de Manuel Alegre que, juntando-se ao unanimismo nacional, disse não partilhar das críticas feitas pelo BE, considerando que Eduardo dos Santos representa o "fundador de uma Angola nova" e tem feito caminho para a democracia! Remata com uma tirada perfeitamente anedótica "D. Afonso Henriques também não era um democrata exemplar", elogiando o papel de Eduardo dos Santos na "preservação da unidade do Estado angolano". O Bloco de Esquerda tem razão ao recusar participar no encontro, criticando a "falta de democracia" em Angola. Em declarações aos jornalistas, o deputado do BE João Semedo criticou a "perseguição política, violação dos direitos humanos e de liberdade de imprensa" em Angola, sublinhando que aquele país tem "o mesmo presidente da República há 30 anos". Estes são momentos importantes para se ver quem se verga perante os poderes económico-financeiros internacionais, deixando em segundo plano a luta pelos direitos democráticos, pelos direitos humanos, pela Justiça e pelas liberdades! O Estado angolano não deixa, por causa da capitulação de uns quantos, de ser um dos Estados mais corruptos do Mundo.
Envio um vídeo dos KontÁgio muito especial, trata-se da participação da Banda no programa você na RTP1 no programa Portugal No Coração no passado dia 28 de Janeiro 2009.
Espero que gostes. Jocas
GOSTO MUITO DO QUE ESCREVES. MELHOR: ESTOU DE ACORDO COM O QUE ESCREVES. QUANTO AO LOUÇÃ E AO SÓCRATES, EMBORA TENHA LIDO HÁ BASTANTE TEMPO ESSE ARTIGO, SOU DUVIDOSA: CONHEÇO BEM O LOUÇÃ (DESDE O PSR NA RUA DA PALMA). CONHEÇO MUITO BEM O JORGE COSTA, VOTO NO BLOCO... FICA BEM E OBRIGADA.
Foda-se- por MillôrFernandes O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "foda-se!" que ela diz.Existe algo mais libertário do que o conceito do "foda-se!"?O "foda-se!" aumenta a minha auto-estima, torna-me uma pessoa melhor.Reorganiza as coisas. Liberta-me."Não quer sair comigo?! - então, foda-se!" "Vai querer mesmo decidir essa merda sozinho(a)?! - então, foda-se!" O direito ao "foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição. Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para dotar o nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade os nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo a fazer a sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia. "Comó caralho", por exemplo. Que expressão traduz melhor a ideia de muita quantidade que "comó caralho"? "Comó caralho" tende para o infinito, é quase uma expressão matemática. A Via Láctea tem estrelas comó caralho! O Sol está quente comó caralho! O universo é antigo comó caralho! Eu gosto do meu clube comó caralho! O gajo é parvo comó caralho! Entendes? No género do "comó caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "nem que te fodas!". Nem o "Não, não e não!" e tão pouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, nem pensar!" o substituem. O "nem que te fodas!" é irretorquível e liquida o assunto. Liberta-te, com a consciência tranquila, para outras actividades de maior interesse na tua vida. Aquele filho pintelho de 17 anos atormenta-te pedindo o carro para ir surfar na praia? Não percas tempo nem paciência. Solta logo um definitivo: "Huguinho, presta atenção, filho querido, nem que te fodas!". O impertinente aprende logo a lição e vai para o Centro Comercial encontrar-se com os amigos, sem qualquer problema, e tu fechas os olhos e voltas a curtir o CD (...) Há outros palavrões igualmente clássicos. Pense na sonoridade de um "Puta que pariu!", ou o seu correlativo "Pu-ta-que-o-pa-riu!", falado assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba. Diante de uma notícia irritante, qualquer "puta-que-o-pariu!", dito assim, põe-te outra vez nos eixos. Os teus neurónios têm o devido tempo e clima para se reorganizarem e encontrarem a atitude que te permitirá dar um merecido troco ou livrares-te de maiores dores de cabeça. E o que dizer do nosso famoso "vai levar no cu!"? E a sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai levar no olho do cu!"? Já imaginaste o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: "Chega! Vai levar no olho do cu!"? Pronto, tu retomaste as rédeas da tua vida, a tua auto-estima. Desabotoas a camisa e sais à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios. E seria tremendamente injusto não registar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu-se!". E a sua derivação, mais avassaladora ainda: "Já se fodeu!". Conheces definição mais exacta, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusivé, que uma vez proferida insere o seu autor num providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando estás a sem documentos do carro, sem carta de condução e ouves uma sirene de polícia atrás de ti a mandar-te parar. O que dizes? "Já me fodi!" Ou quando te apercebes que és de um país em que quase nada funciona, o desemprego não baixa, os impostos são altos, a saúde, a educação e … a justiça são de baixa qualidade, os empresários são de pouca qualidade e procuram o lucro fácil e em pouco tempo, as reformas têm que baixar, o tempo para a desejada reforma tem que aumentar … tu pensas “Já me fodi!” Então:Liberdade, Igualdade, Fraternidade e foda-se!!! Mas não desespere: Este país … ainda vai ser “um país do caralho!”Atente no que lhe digo!
Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram, que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido. Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos. Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido. Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades. Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos. A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada. Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas Consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado. Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve. Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura. Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém quem acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?Vale e Azevedo pagou por todos? Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida? Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático? Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico? Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana? E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu? Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu. E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê? E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára? O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha. Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças , de protecções e lavagens , de corporações e famílias , de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade. Este é o maior fracasso da democracia portuguesa
sssssssshhhhhhhhhhhhh sssssssssssssssssshhhhhhhhhhhhhhhhh atenção atenção à comunicação ... a Rádio Skaportugal emite diariamente das 22 às 23 horas ssssssssshhhhhhhhhhh sssssssssssshhhhhhhhhhhhhh para saberes como ouvir vai a www.myspace.com/skaportugal e lê no blog, está lá tudo (tens lá o MSN da rádio pa mandares sugestões ou apenas para nos mandares pós canhões)!! ssssssssssssshhhhhhhhhhhhh ssssssssssssssshhhhhhhhhhhhhhhhh ESCUTA!!!!
O Papa tem o direito de dizer que os heterossexuais estão em risco de desaparecer como a floresta amazónica. Os que acham isso tolo têm o direito de lembrar que o celibato dos padres, esse, é que não só extinguiria os heterossexuais como todo o género humano. O Papa tem o direito de afirmar a sua verdade, a da Bíblia, onde união sexual é entre “homem” e “mulher”, e só. Os anticatólicos têm o direito de lembrar os casos de papas homossexuais. Eu, com saudades da minha adolescência quando os filmes eram de cowboys que cavalgavam rumo ao pôr do Sol sem segundas intenções, tenho o direito em dizer que me incomoda um filme em que dois cowboys se beijam. Dois cowboys da vida real têm o direito de se beijar e dizerem estar-se nas tintas para os meus incómodos. O Papa, eu, os anticatólicos, os homossexuais militantes e os cowboys temos o direito de dizer o que queremos. Bom é que não tenhamos o poder para impor aos outros o que eles não querem. Seria bom também que toda esta liberdade de dizer tivesse em conta que há lugares em que homens e mulheres – que são o objecto da nossa conversa – são impedidos de ser aquilo que querem ser, homossexuais.
IN Diário de Noticias 24 de Dezembro de 2008 Um ponto é tudo Ferreira Fernandes