Graduou-se em Ciências PolÃticas pela Universidade Columbia em Nova Iorque, para depois cursar Direito na Universidade de Harvard, graduando-se em 1991. Foi o primeiro afro-americano a ser presidente da Harvard Law Review.
Após anunciar sua candidatura em fevereiro de 2007, Obama promoveu a retirada de tropas americanas do Iraque, a independência no suprimento de energia, a redução da influência de lobbistas e a promoção de assistência de saúde para todos como prioridades nacionais.
a ilusao que o mundo cria a volta de pessoas tao manipuladoras quanto esta(os americanos criam um preto(change) e ai esta ele a fazer a mesma nnerda que faziam a familia bush).continuam a procura de armas nucleares onde nao as há, so para nos controlarem melhor atraves dos preçoa da gasolina que pagamos para eles fazerem a guerra e mataram milhoes de inocentes (enquanto eles ja tem as armas nucleares mais que dessenvolvidas e prontas para matar querendo o ominio de toda a terra, basta de continuarmos adormecidos na pruta sociadade temos de fazer algo pois caminhamos para a destruiçao e o control de toda a humanidade ,nimguem é o dono do mundo pois o mundo é de todos e todos nos deviamos ter os mesmo direitos, poderes e posses, pois é necessario um mundo de igualdade e nao de pessoas com tudo e outras sem nada, na africa as pessoas morrem de pobreza i na fucking america toda a gente vive de riqueza onde predomina o desperdicio de bens ,enquanto em lados nem agua existe. chega é agora YES WE NEED CHANGE BUT TO THE PEACE NOT FUKCING WAR. (KILL OBAMA, KILL THE WAR AND THE HUNGRY around of the world)and YES ALL THE PEOPLE TOGHETER CAN. YES WE NEED ANOTHER CHANGE IN THE WORLD AND WE CAN
Boas!! E ja na proxima Sexta-Feira dia 23 no Devil's Bar em pegoes que os Bang Bang Roses vao actuar. Contamos contigo para apoiar esta banda portuguesa de tributo a guns n' roses. Ve o video: http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/h3wZ4nBYimnGRfk2Wf9Z/mov/1
Podes contar com um grande espetaculo e uma noite bem passada, prepara-mos tambem uma surpresa para todos aqueles que estiverem presentes. Ate Sexta-Feira.
Em 1947, a ONU aprova um plano de partilha da Palestina em dois estados: um judaico, com um milhão de habitantes, 510 mil dos quais judeus. Jerusalém, cidade santa para três religiões, ficaria com estatuto de cidade internacional. Segundo as estimativas da época, a população árabe da Palestina era de um milhão e 300 mil pessoas e a judaica rondava o meio milhão. A 15 de Maio de 1948, David Bem Gurion proclama o nascimento do Estado de Israel. Com uma fronteira radicalmente diferente da aprovada pela ONU. A “Grande Israel” estava em marcha. O Estado Palestiniano era um nado-morto. Até hoje!
(… …) António Vilarigues Anm_vilarigues@hotmail.com In : PÚBLICO 09/Janeiro/2009
hey como vais? Ja ouviste a nova musica da minha banda? Chama-se "We were running out of time" e está disponivel em www.myspace.com/exoss . ouve e diz-me algo se puderes. a tua opiniao conta! abraços
Unidade dos trabalhadores israelitas e palestinianos.
Ainda que alguns considerem que os primeiros estão irreversivelmente unidos aos interesses de seu "estado", não é por isso que deixam de ser proletários.
Sabemos que é difícil que atinjam um nível de consciência de classe internacionalista, mas desde quando a revolução proletária foi um tema fácil? Será que também entre os trabalhadores europeus, norte-americanos e até do Terceiro Mundo, não existem muitos que têm falsas ilusões no seu “estado” e nos “seus” dirigentes?
O estado sionista é especialmente criminoso e sedento de sangue, mas isso é um reflexo das suas condições no sistema imperialista. É preciso apoiar todas as iniciativas que dentro de Israel surjam contra a barbárie de "seu" estado (mesmo que sejam débeis e embrionárias), como o movimento de objecção de consciência ao exército israelita.
Sejamos claros, em última instancia, os revolucionários não apoiam nenhum estado capitalista (não sómente o de Israel). Os "dirigentes" do povo palestino têm-se mostrado incapazes de dar uma solução para o "seu" próprio povo. O terrorismo indiscriminado somente serve de argumento a Israel para enfiar os palestinianos num gueto. Os atentados e a repressão do estado, entram numa dialéctica absurda que se auto alimenta. Não deixam de ser uma fracção da burguesia com vínculos ideológicos e diplomáticos sinistros. Recordemos Al-Fatha, que perdeu grande parte do apoio de "seu" povo devido à sua extrema corrupção, despotismo e incapacidade para criar uma alternativa credível. Acresce também que foi utilizada como força de influência política pelo imperialismo soviético e pelos governos árabes corruptos.
Por outro lado, os integristas, como o Hamas e o Hezbolah, enviam os jovens oprimidos para a morte em nome da putrefacta causa de um Estado "Islamista", repressor e opressor dos trabalhadores e em particular das mulheres, homossexuais e minorias étnicas, tal como faz o seu equivalente regime iraniano. ABAIXO O SIONISMO! ABAIXO O INTEGRISMO "ISLÂMICO"! ABAIXO O IMPERIALISMO CÚMPLICE! SE QUERES A PAZ LUTA PELO SOCIALISMO! Democracia Comunista (Rede Luxemburguista Internacional) (*) Tribuna Socialista também integra a Rede Luxemburguista Internacional
-- Publicada por Tribuna Socialista em TRIBUNA SOCIALISTA a 12/30/2008 11:01:00 AM
O Papa tem o direito de dizer que os heterossexuais estão em risco de desaparecer como a floresta amazónica. Os que acham isso tolo têm o direito de lembrar que o celibato dos padres, esse, é que não só extinguiria os heterossexuais como todo o género humano. O Papa tem o direito de afirmar a sua verdade, a da Bíblia, onde união sexual é entre “homem” e “mulher”, e só. Os anticatólicos têm o direito de lembrar os casos de papas homossexuais. Eu, com saudades da minha adolescência quando os filmes eram de cowboys que cavalgavam rumo ao pôr do Sol sem segundas intenções, tenho o direito em dizer que me incomoda um filme em que dois cowboys se beijam. Dois cowboys da vida real têm o direito de se beijar e dizerem estar-se nas tintas para os meus incómodos. O Papa, eu, os anticatólicos, os homossexuais militantes e os cowboys temos o direito de dizer o que queremos. Bom é que não tenhamos o poder para impor aos outros o que eles não querem. Seria bom também que toda esta liberdade de dizer tivesse em conta que há lugares em que homens e mulheres – que são o objecto da nossa conversa – são impedidos de ser aquilo que querem ser, homossexuais.
IN Diário de Noticias 24 de Dezembro de 2008 Um ponto é tudo Ferreira Fernandes
chega é agora YES WE NEED CHANGE BUT TO THE PEACE NOT FUKCING WAR. (KILL OBAMA, KILL THE WAR AND THE HUNGRY around of the world)and YES ALL THE PEOPLE TOGHETER CAN. YES WE NEED ANOTHER CHANGE IN THE WORLD AND WE CAN